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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Pentru Maestru Geograf (Dumitru Dan)


Încet se învărte lumea
Și e așa că se ajunge,
Unde vrea  să se ajungă.
Trei oceane,
Cinci sute de opinci,
Șaptezeci si șase de țări,
O mie de orașe,
Și mai mult de o sută mii de kilometri
În jurul lumii.
Această a fost rețeta infalibilă,
A alergatorului pe distanțe lungi
Devorator de drumuri,
Dumitru Dan.
Nici ploaia de pe spate,
Nici caldura din tropice,
Nici moartea,
Nici războiul,
Nu l-au lasat intimidat.
Nimic nu l-a oprit pasul,
Nimic nu a fost capabil să-l ia dispoziția.
Pe cap o pălărie,
Și în bagag,
Danse si cântece,
Tradiționale.
Dincolo orizontului
Și geografia Buzaului,
Globetrotter-ul Român
A batut praful drumurilor
Și a întors înauntr
Fiecare metru călătorit
Și marea lui provocarea
Siguranța de a se întoarce.
Nesățioasă sete de a călători,
Înca influențează lumea,
Ca il prețuieste!







J Santos, Brazil

segunda-feira, 17 de julho de 2017


Depois de uma longa parceria de sucesso e revesando-se, entre funções das mais diversas na Otoniel arte Brasil, eis agora com o lançamento do mais novo livro de arte do grande artista Plástico Otoniel Fernandes Neto, que Jocenilton Santos tem a oportunidade de assinar um trabalho mais substancial, com uma maior "visibilidade", que certamente lhe dará a possibilidade alçar vôos mais altos e de desenvolver projetos mais abrangentes. seja no campo das artes, com novas propostas artísticas, seja no campo das produções culturais, envolvendo comunidades das mais diversas naturezas.


" Ter a oportunidade de percorrer um rio de sua nascente à foz, seja ele qual for, é uma experiência única de estar em contato com as mais diversas manifestações culturais existentes ao longo dos nossos rios, e de também conhecer mais sobre a diversidade dos biomas e nossa geografia nacional" salienta.


No Brasil quando se fala em rios, bacias hidrográficas, etc. logo nos vem à mente o Velho Chico, o grande rio Amazonas, ou o Araguaia. no entanto pouco se fala do rio Tocantins, que pode até ser menos badalado, porém a importância diária que tem para sua gente é a mesma dos outros. ( todo rio tem o seu valor ) a importância de tê-lo conhecido foi de poder "literalmente" viajar e desvendar os mistérios das tradições indígenas e do povo ribeirinho que estão situadas em sua calha.
Só conhecendo-o para poder vibrar com as inúmeros povos instalados em suas  margens, cada um com os seus conceitos e valores, como é o caso dos Kraôs, Xerentes, Carajás, no Tocantins, mais à frente com Gaviões, Guajajara, etc no maranhão, com as quebradeiras de côco, canoeiros, lavadeiras, com a molecada que suas "firulas" saltando em sua margens, com as praias de areias alvíssimas que aparecem no estio, com o belo pôr do sol da praia da "graciosa", com a fertilidade e riqueza da riquíssima cultura e do solo do "Bico do Papagaio", com o encontro dos rios nas cercanias de Marabá, que dão um aspecto especial e  fazem do Tocantins uma verdadeira dádiva do brasil!




                                                                                                                                                                     "O rio Tocantins Ilustrado"







quarta-feira, 17 de maio de 2017

O Flagelo

São Francisco
Vai cantando
Da canastra
Para o mar
Na esperança
De um dia
Essa seca
Acabar.

Vai destino
Aventureiro
Iludindo 
O coração
Segue o seco
Velho Chico
A sua
Transposição.

No meu tempo
De menino
Jamais 
Pude imaginar
Que as águas 
Desse rio
Fossem mesmo
Terminar.

E das águas
Que sobraram
Hoje é
Especulação
Goelas secas
Salivando
Alimentam
Ambição!







                                  

                                  J Santos.                                                  

quarta-feira, 26 de abril de 2017

18:12


Hoje é dia 26 de Abril
Há exatos 13 anos
Nesse dia
Nascia ela então.

Clara como a luz do dia
Veio pra iluminar
Zarah linda ainda me lembro
marejou meu olhar.

Era então segunda feira
e ás 18:12 ela veio
A estrela vespertina
linda, em forma de menina
Aos meus olhos apareceu.

E assim quis o destino
naquela dia sucedeu 
Pois a primeira filha
Esse mundo conheceu.

E ela foi crescendo
Muito rapidamente
Andando aos nove meses
admirando a gente.

A assim entrou na escola
aprendendo a cada dia
Fazendo muito sucesso
Com todas prós e tias.

Todas tias gostam muito
De Zarah sempre ensinar
Pois é muito dedicada
Sempre tira nota A.

Zarah, você é bonita
Prudente e especial
Seu pai te ama muito
E sua irmã de forma igual.

E se todo pai soubesse
Como é bom ter uma filha
Terias como tú
Uma filha igualzinha.

Sua mãe faz muito esforço
Tem paixão e te admira
Além de querer bem
Que tu, venças na vida.

Sua irmã te acompanha
Tem você como uma guia
Cuide dela sempre, pois
Ela é bem menorzinha.

Seu pai que está bem longe
Não foi como ele queria
Seu desejo sempre foi
De te fazer companhia.

O amor não tem distancia
Pra quem guarda o coração
Esterei sempre contigo
Em qualquer situação.

Mas, enfim não problema
Eu te amo minha linda
Te adoro muito mais
Sou seu pai e tu minha filha.



...poesia escrita por J Santos, seu pai em homenagem à Zarah,
estrela argenta de Adahra...





segunda-feira, 24 de abril de 2017

...O São Francisco e o destino nas águas de um rio.

       


Nem o maior dos otimistas seria capaz de prever que uma despretensiosa viagem de barco e feita num pequeno "rabeta" e tripulado por dois aventureiros, terminasse de forma tão repentina e inusitada: (com a sua hélice presa às redes de dois pescadores que atravessadas no meio do grande rio exerciam o seu diário e penoso ofício.
Se essa história mesmo que tivesse terminada naquele dia, presa às aquelas redes, aqueles dois desatentos navegantes, já tinham motivos de sobra para relembrarem por muitos anos o ocorrido, no entanto o mais interessante disso tudo foi que os dois, além de terem ficado impossibilitados de seguirem viagem rio abaixo rumo à foz como eles previam, jamais imaginariam que aquele aquele lance de rede prenderia-os por muito tempo.

O certo foi que na altura da ilha do caldeirão, localizada no povoado de mesmo nome no município de Serra do Ramalho, esses dois desavisados aventureiros que passaram a noite pernoitados no rancho dos pescadores tentando entre outras coisas, desembaraçar o material de trabalho dos pescadores, preso intrinsecamente à hélice do motor da embarcação, só puderam alcançar na manhã seguinte o porto de Bom Jesus da Lapa, cidade mais próxima do local do incidente e tiveram a oportunidade de conhecer uma pessoa que apesar de morador da Lapa residia no dito povoado onde acorrera o percalço, conduzindo-nos de forma prestativa à sua casa, tratando-nos da melhor forma que alguém pudesse ser tratado.

Assim, o tempo foi passando e J Santos, o idealizador da viagem, depois de ter devolvido o seu amigo de volta à Pirapora (local onde se deu o início da viagem) voltou ao local do ocorrido e após um tempo detido à localidade do caldeirão e de ter morado cerca de 3 meses na Lapa, resolve não só ficar no lugar, como também de convidar e ser visitado várias vezes pelo seus pais, que finalmente acabaram nessa referida data de 19/4/2017, há exatos um ano do ocorrido, a fixarem residência no referido município, dando assim um desdobramento mais que surpreendente à saga de uma viagem feita em uma pequena embarcação de cedro, que parecia malfadada, mudando assim os rumos não só de uma pessoa, como também de uma família inteira, que por causa de uma rede de pesca, agora habita às margens do santo rio.

Isso para não falar de outros desdobramentos de ordem pessoal que acabaram sendo influenciados por esse pitoresco episódio, interferindo assim em outras instâncias que por si, já são dignas de outra matéria.

De fato o destino prega peças que jamais podemos controlar ou prever!

                                                           



                                                                                 Por J Santos




I Encontro Cultural Brasil/Romênia





Aconteceu no último dia 12, o primeiro encontro cultural Brasil-Romênia, que apresentou aos presentes na embaixada da Romênia em Brasília, as últimas produções musicais, culturais e poéticas baseadas nas tradições milenares dos antigos Dácios.
O realizador e coordenador do encontro J Santos, salienta a importância de intensificar o intercâmbio cultural e promover eventos dessa natureza entre os países românicos haja vista o legado linguístico e cultural existente entre essas nações.
Além da apresentação musical do consagrado cantor e compositor Gereba Barreto, apresentando composições baseadas em poemas clássicos de autores Romenos do passado e atuais como Mihai Eminescu e Marin Sorescu entre outros, também esteve presente no encontro, a superintendente do IACM de Salvador Cláudia Vaz, que entre outras atribuições discutiu viabilizar uma provável possibilidade de abertura de um consulado honorário da Romênia em Salvador.
O encontro também marcou o aniversário de um ano sem Ático, o eterno mensageiro entre o universo Brasi-romeno, oxalá dê tudo certo!











quinta-feira, 6 de abril de 2017

Viva a Dácios!

...A praça é Dácia
O povo é Dácio
A marca é Dácia
O prédio é Dácio
A carne é Dácia
O mestre é Dácio
O Carro é Dácia
Tudo é Dácia...

terça-feira, 28 de março de 2017